Adoção de espécies arbóreas forrageiras na alimentação bovina: barreira e oportunidade através de testes e entrevistas
Data da publicação
Data da defesa
Permissão de acesso
Orientador(a)
Lattes do Orientador
Diretor
Roteirista
Produtor executivo
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Título do periódico
Volume do periódico
Número da edição do periódico
Página inicial
Página final
Título do Evento
Número da edição do Evento
Nome da instituição
Editora
Local de edição
Campus
Departamento
DOI
ISBN
ISSN
ISMN
Outros identificadores
Resumo
O Cerrado enfrenta perda acelerada de vegetação, afetando a pecuária, especialmente pela degradação das pastagens e escassez de forragem na seca. O estudo avaliou espécies arbóreas com potencial forrageiro — Mutamba, Baru, Jatobá e Acacia mangium — como alternativa alimentar. Testes com bezerros Nelore mostraram alta aceitação de todas as espécies. O Baru e o fruto maduro da mutamba tiveram sua melhor aceitação quando triturados. As entrevistas na Comunidade Quilombola Vão de Almas revelaram desafios como falta de pasto e dependência de áreas coletivas, não utilizam as árvores nativas do Cerrado para a alimentação dos animais de forma voluntária, mas relatam que o gado procura e consomem na pastagem os frutos do cerrado e as flores, relatando espécies como a flor do pequi, a mangaba e a cagaita. Apesar da resistência do uso dessas árvores como forrageiras, as árvores nativas são importantes para alimentação, renda e sustentabilidade. O uso dessas espécies e a adoção de sistemas silvipastoris podem aumentar a resiliência no período da seca, com isso a disponibilidade de alimentos, reduzindo os custos e fortalecendo a produção local.

