
Submissões Recentes
A comunicação não verbal como pilar constituinte da motivação, liderança e relações interpessoais de gestores públicos: uma revisão de literatura
(Instituto Federal de Brasília) Silva, Bruno Fernandes Costa e
A comunicação não verbal como pilar constituinte da motivação, liderança e relações interpessoais de gestores públicos: Uma revisão de literatura. 2023. Artigo de Tecnologia em Gestão Pública — Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília – Campus Brasília, Brasília, 2023. O presente artigo aborda a comunicação não verbal como alicerce para a motivação, liderança e relações interpessoais de gestores públicos. A análise reflete sobre como esses três pilares influenciam no exercício profissional dos gestores públicos e, por conseguinte, impactam a qualidade dos serviços prestados as suas equipes de trabalho. O objetivo principal é explorar, por meio de revisão bibliográfica, como a comunicação não verbal dos gestores públicos pode inspirar motivação e liderança nas relações interpessoais dentro de suas equipes de trabalho. Este estudo configura se como uma revisão de literatura, e no que se refere aos objetivos caracteriza-se como pesquisa exploratória, a qual advém do fato de basear-se em suposições inspiradas em uma pesquisa bibliográfica. As buscas foram conduzidas nas bases de dados do Google Acadêmico, SciELO e Spell, no período de agosto a novembro de 2023, considerando contextos contemporâneos em língua portuguesa e publicações no intervalo de 2018 a 2023. A partir das pesquisas, constatou-se que a compreensão da importância do gestor como motivador dos colaboradores, mediante ações que envolvem a equipe interna por meio da comunicação, clima organizacional e informações essenciais, é fundamental em qualquer ambiente laboral. Em conclusão, destaca-se a relevância do papel do gestor que, ao adotar posturas de liderança, pode impulsionar a motivação e, como resultado, a satisfação, facilitando assim o estabelecimento de relações interpessoais eficazes nas suas equipes de trabalho.
Currículo e professores de dança: perspectivas e concepções de formação inicial no centro-oeste brasileiro
(Instituto Federal de Brasília) Uchôa, Anna Carolina Sousa
Este trabalho analisa as perspectivas de formação dos cursos de licenciatura em
dança das Instituições de Ensino Superior da região Centro-Oeste brasileira, tendo
como objeto de estudo os Projetos Pedagógicos de Curso (PPCs), com foco nas
matrizes curriculares. Os cursos analisados pertencem à base de dados do portal eMEC, sendo eles oferecidos pela Universidade Federal de Goiás, pelo Instituto
Federal de Brasília e pelo Instituto Federal do Goiás. Para a análise dos PCCs foram
priorizadas cinco categorias: informações gerais, divisão de horas, objetivos do curso,
perfil de egresso e matriz/componente curricular. Tivemos como referencial teórico
para o mapeamento histórico dos cursos de graduação em dança no Brasil autores
como Molina (2007), Souza e Kerbauy (2017), Masson (2012), Cintra (2011), Silva
(2014), Araújo e Rebolo (2015) e, Silva e Romanowski (2013). Para os estudos de
concepção de currículo utilizamos Saviani (2016), Sacristán (2013), Freire (1987),
Souza (2017), Caldas e Vaz (2016) e Andrade (2013). Além disso, tivemos como
documentos norteadores as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de
professores e para as graduações em dança. A análise das categorias geraram uma
reflexão acerca de novas propostas de currículo baseadas em práticas trans e
interdisciplinares. Utilizamos como referência nessa perspectiva Fazenda (2008),
Henrique e Nascimento (2015) e, Araújo e Frigotto (2015) para dar suporte à
compreensão destas práticas integradoras dentro do currículo de formação dos
professores de dança. Mediante a análise dos documentos, observamos que as três
instituições traçam um perfil de egresso e de formação/currículo semelhantes,
contudo, isto não interfere na relação entre as matrizes, sendo que menos da metade
das componentes curriculares são similares. Nota-se também, que as IES prezam
pelas práticas trans e interdisciplinares como uma das habilidades necessárias para
o egresso. Por isso torna-se importante que os currículos sejam constantemente
reavaliados para dar suporte à realização destas práticas na formação, modificando
assim o caráter estanque que o currículo assumiu historicamente.
Fechar os olhos e despertar para viver: a dança com deficientes visuais
(Instituto Federal de Brasília) Bezerra, Anastácio Reis de
A dança é uma forma universal de expressão, capaz de transcender barreiras culturais e sociais,
promovendo a inclusão e o bem-estar das pessoas que a praticam. Entretanto, para pessoas
cegas, o acesso a essa arte ainda enfrenta desafios significativos. A deficiência visual pode
limitar a percepção espacial e a comunicação corporal, tornando essencial o desenvolvimento
de abordagens pedagógicas específicas que possibilitem a participação plena dessas pessoas na
dança (FERREIRA, 2019). Diante desse cenário, esta pesquisa busca responder à seguinte
questão: como a dança pode ser adaptada para incluir pessoas cegas e quais são os desafios
enfrentados pelos professores e alunos nesse processo? Parte-se da hipótese de que a
implementação de estratégias pedagógicas adaptadas pode contribuir significativamente para a
inclusão social, a autoestima e a qualidade de vida das pessoas cegas. Assim, torna-se necessário
investigar não apenas as barreiras existentes, mas também as soluções que têm sido
desenvolvidas para garantir que a dança seja, de fato, acessível a todos. A justificativa para a
realização deste estudo fundamenta-se na necessidade de ampliar a compreensão sobre o ensino
da dança para pessoas cegas. A dança, como arte integradora, tem o potencial de superar
limitações sensoriais, promovendo benefícios emocionais, físicos e sociais aos seus praticantes.
Assim, este trabalho pode contribuir para a formação de professores de dança adaptada para
cegos, a conscientização da sociedade acerca da importância da acessibilidade cultural para o
desenvolvimento de políticas públicas não excludentes. O objetivo geral desta pesquisa é
explorar os desafios e benefícios das aulas de dança adaptadas para pessoas cegas, destacando
metodologias não excludentes e os impactos dessa prática na vida dos participantes. Para isso,
serão perseguidos os seguintes objetivos específicos: identificar as principais barreiras
enfrentadas por pessoas cegas no acesso à dança; investigar estratégias pedagógicas utilizadas
por professores para incluir alunos com deficiência visual nas aulas; e apontar os impactos da
prática de dança adaptada na autoestima, autonomia e inclusão social dessas pessoas. A
metodologia adotada para este estudo compreende uma consulta bibliográfica, na qual serão
levantadas referências sobre dança inclusiva, acessibilidade cultural e deficiência visual, no
período de agosto/2024 a janeiro/2025. Além disso, traz-se o relato de um encontro com uma
pessoa cega que se deu pela dança de salão. Apresenta-se ainda o projeto de dança realizado
com pessoas cegas em contexto de aulas em grupo. Dessa forma, pretende-se ampliar a base de
conhecimento sobre o tema e contribuir para a construção de práticas não excludentes no ensino
da dança.
Tribal com dendê: abordagem metodológica humanizadora de uma dança étnica contemporânea
(Instituto Federal de Brasília) Farias, Ana Luiza Almeida Lupiano Nobre
O presente trabalho trata do desenvolvimento e da construção metodológica de uma dança
étnica contemporânea, conhecida como Tribal com Dendê, que tem como princípio a
humanização. Para isso, é abordado a práxis de uma metodologia que tem como objetivo a
humanização, ancorando-se em bases fundamentais. Tribal com Dendê traz consigo a
perspectiva da complexidade do sujeito em suas múltiplas dimensões, e os pilares que
alicerçam essa abordagem humanizadora são: o panorama histórico, abordando as origens e os
contextos histórico-sociopolíticos em que as tradições estão inseridas; a cultura, a identidade e
o hibridismo na concepção de Tribal com Dendê como uma dança étnica contemporânea; e os
instrumentos metodológicos. Tais pilares se desdobram em sete dimensões que norteiam o
processo: origem, ancestralidade, sagrado, autoconhecimento (Corportal), consciência
corporal, fusão/hibridação e dança pessoal. Das sete dimensões guias, surgem oito etapas
metodológicas de trabalho: Presença, Despertar, Invocação, Origem, Incorporação,
Manifestação, Reconexão e Bastão que Fala — nessas fases são estudados tais conteúdos.
Programas de escritório: a percepção dos professores do Instituto Federal de Brasília (IFB), sobre as habilidades do uso dos aplicativos pelos alunos do curso de tecnologia em gestão pública (TGP)
(Instituto Federal de Brasília) Carvalho, Giselle Lino de
As ferramentas de escritório desempenham um papel essencial no contexto escolar, elas aumentam a eficiência e a produtividade facilitando a colaboração entre alunos e professores na realização de tarefas acadêmicas. Este trabalho teve como objetivo geral analisar a percepção dos professores sobre as habilidades dos alunos do curso de Tecnologia em Gestão Pública (TGP) mediante o uso dos programas de escritório. Para atingir o Objetivo geral, foram definidos como objetivos específicos descrever pela ótica dos professores se e com que intensidade os alunos fazem uso das ferramentas tecnológicas; identificar qual dentre os três softwares de aplicação (editor de texto, editor de planilhas e editor de apresentação) os professores percebem que os aluno usam mais e quais usam menos; e apresentar medidas que possam atenuar eventuais problemas. Para embasar a importância dos programas de escritório, pesquisou-se sobre os termos “softwares” e “programas de escritório”, obtendo três suítes: Microsoft Office 365, Google Workspace e LibreOffice. O estudo observou ainda os editores de texto, de planilha e de apresentação em relação ao curso de TGP. A metodologia aplicada foi embasada por uma pesquisa básica, de abordagem qualitativa e descritiva. Foram feitas pesquisas bibliográfica e questionário direcionado aos professores do curso de TGP; com um total de 12 respondentes, os resultados demonstrados constatam que na percepção dos professores as ferramentas são usadas com frequência por alunos e professores nas demandas do curso de TGP; que alguns alunos são pró ativos na busca dos conhecimentos necessários para utilização dos recursos, porém outros precisam de ajuda e que o IFB deveria oferecer capacitação em programas de escritório para promover equidade aos aluno.









