Gastronomia, território e inclusão social: relato de experiências periféricas no Distrito Federal
Arquivo(s)
Data da publicação
Data da defesa
Permissão de acesso
Orientador(a)
Lattes do Orientador
Diretor
Roteirista
Produtor executivo
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Título do periódico
Volume do periódico
Número da edição do periódico
Página inicial
Página final
Título do Evento
Número da edição do Evento
Nome da instituição
Editora
Local de edição
Campus
Departamento
DOI
ISBN
ISSN
ISMN
Outros identificadores
Resumo
Este Trabalho de Conclusão de Curso analisa as relações entre gastronomia, território e inclusão social a partir das experiências diretamente vivenciadas pela autora na Escola de Gastronomia Periférica, em Ceilândia – Distrito Federal, e no estágio realizado no restaurante-escola Via Satélite, na Asa Sul. A pesquisa possui caráter qualitativo e foi construída por meio do relato de experiência e da observação participante como principais procedimentos metodológicos, complementados por revisão bibliográfica e análise documental. O problema central que orientou o estudo foi: de que maneira a gastronomia, articulada a projetos de formação em territórios periféricos, pode contribuir para processos de inclusão social, geração de renda e fortalecimento da identidade territorial de sujeitos em situação de vulnerabilidade social? O objetivo geral foi analisar como a gastronomia periférica pode atuar como instrumento de inclusão social, formação profissional e fortalecimento territorial, a partir das vivências no curso técnico na Gastronomia Periférica e no estágio no restaurante-escola Via Satélite. O estudo apoia-se em autores como Massimo Montanari, Milton Santos, Rogério Haesbaert, Paulo Freire, Maria da Glória Gohn, Maurice Halbwachs e Jorge Larrosa, articulando teoria e narrativa de experiência. Os resultados indicam que essas experiências produzem impactos que vão muito além do aprendizado técnico-culinário, envolvendo transformações na autoestima, no sentimento de pertencimento territorial, na valorização dos saberes periféricos e nas perspectivas concretas de geração de renda. A trajetória pessoal da autora, como sujeito participante do processo formativo, evidencia que a gastronomia pode funcionar como espaço de emancipação, reconhecimento e reconstrução de identidades em contextos periféricos.

