Educação de jovens e adultos integrada à EPT no IFB: influência das tecnologias digitais e de práticas pedagógicas emancipadoras na permanência dos estudantes
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Resumo
A Educação de Jovens e Adultos (EJA), integrada à Educação Profissional e Tecnológica por meio do PROEJA, configura-se como política pública voltada à inclusão social, à reparação histórica e à formação integral de jovens e adultos trabalhadores. Amparada pela Constituição Federal de 1988, pela LDB nº 9.394/1996 e pela Lei nº 11.892/2008, que instituiu a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, a proposta busca superar a dualidade entre formação geral e profissional, promovendo educação emancipadora articulada ao trabalho, à ciência, à cultura e à tecnologia. Este estudo analisou dados documentais incluindo os editais dos processos seletivos para os cursos PROEJA, os Projetos de Pedagógicos de Curso (PPCs) de oito campi do Instituto Federal de Brasília (IFB) e o portal IFB em Números, considerando infraestrutura tecnológica, metodologias pedagógicas e indicadores de permanência. Verificou-se que os campi dispõem de laboratórios e recursos digitais, ainda que com diferenças estruturais. As metodologias ativas propostas nos PPCs evidenciam alinhamento com a formação integral, embora alguns PPCs apresentem fragilidades no detalhamento da proposta pedagógica. Os resultados apontam baixos índices de conclusão em cursos recentes e melhores desempenhos em ofertas mais consolidadas, indicando influência do tempo de implementação. Conclui-se que a permanência no PROEJA depende da articulação entre infraestrutura, práticas pedagógicas críticas e políticas institucionais contínuas de assistência e inclusão digital.

