Os gargalos no trânsito do Distrito Federal e os impactos da mobilidade urbana na classe trabalhadora: aonde vamos parar agora?
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Resumo
Este trabalho sublinha a importância de compreender e abordar as disparidades socioespaciais no Distrito Federal, especialmente no contexto da mobilidade urbana e do transporte público. No Distrito Federal, diariamente, centenas de trabalhadores dedicam uma parte significativa de seu tempo em deslocamentos para o trabalho, seja utilizando transporte público ou individual. Diversas medidas têm sido implementadas no trânsito para tentar mitigar esse problema, como a inversão de faixas, a criação de corredores exclusivos para ônibus e alterações nos sentidos das vias durante os horários de pico. No entanto, persistem gargalos em alguns trechos dos percursos, o que essencialmente não resolve completamente essa questão. Com o discurso de resolver o problema dos engarrafamentos, os governantes investem em grandes obras viárias, deixando os investimentos no transporte público coletivo em segundo plano. Além disso, os donos das empresas de ônibus mesclam estratégias assegurando a rentabilidade do sistema, embora a eficácia para o usuário seja comprometida. A classe trabalhadora que precisa se deslocar todos os dias para o trabalho é a que mais sente os impactos desse modelo de mobilidade urbana falido e ultrapassado. Para alcançar uma cidade mais igual e acessível é essencial garantir esforços contínuos para que todos os cidadãos tenham acesso equitativo a opções de transporte de qualidade, independentemente de onde mora ou da sua renda. Isso implica em oferecer para todos um serviço de transporte público de qualidade e outras políticas públicas que possibilitem a formulação de estratégias para melhorar a qualidade de vida da classe trabalhadora e demonstrar agilidade e transparência na resposta às necessidades da sociedade em relação à mobilidade urbana.

