Adaptações de práticas pedagógicas inclusivas para estudantes cegos ou com visão limitada em três escolas de ensino técnico em Unaí-MG
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Resumo
Este trabalho analisa as adaptações pedagógicas inclusivas para estudantes cegos ou com visão limitada (baixa visão e visão monocular) em três escolas de ensino técnico em Unaí-MG. A pesquisa utilizou abordagem qualitativa, estudo de caso e pesquisa-ação, integrando ações do Programa Saúde na Escola (PSE) e atividades extensionistas de acuidade visual (AACC "Química dos Olhos"). A população abrange instituições com 501 a 1.000 matrículas (INEP, 2024): E.E. Dom Eliseu, E.E. Maria Assunções Gonçalves e turmas do Itinerário Formativo em Ruralminas/Tancredo Neves. A amostra incluiu 39 alunos triados e 19 professores. Os resultados indicam que 84% dos estudantes apresentam assimetria visual, e que a identificação precoce, aliada a adaptações como fontes ampliadas, contrastes, leitores de tela e posicionamento estratégico, é crucial para a permanência e sucesso escolar. A pesquisa contribui ao demonstrar que a articulação intersetorial entre saúde (PSE) e educação (Itinerário Formativo de Saúde Integral) é fundamental para garantir acessibilidade na Educação Profissional e Tecnológica (EPT).

