Feminicídio: a porta não fechada entre o passado, presente e futuro sob a perspectiva dos contos "Venha ver o pôr do sol" e "Dolly" de Lygia Fagundes
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Resumo
Este trabalho aborda o problema da violência de gênero na sociedade brasileira a partir de sua representação nos contos "Venha ver o pôr do sol" (1970) e "Dolly" (1995), de Lygia Fagundes Telles. Em termos teóricos, a pesquisa fundamentou-se nos estudos de Saffioti, Scott, Bandeira, Collins, Schmidt e Duarte. Logo, essa coletânea de artigos transformada em livro contribuirá para a reflexão sobre o passado e o presente no que diz respeito à situação sociocultural da sociedade brasileira quanto às diferenças de gênero e algumas de suas consequências para o gênero feminino, assim como Fortunato (2024), em Feminicídio: aspectos e responsabilidades, em reflexão quanto ao lado psicológico do feminicídio. Ademais, A Constituição Federal (1988) e a Lei do Feminicídio (Lei $13.104/15)$ servem-nos como apoios legais e agregam ao artigo em uma pesquisa que visa analisar representações socioculturais nas obras literárias e no meio social brasileiro, ou seja, os contos em paralelo à realidade, especialmente o caso do feminicídio de Ângela Diniz, aqui representada pelo podcast documental Praia dos Ossos (2020), a fim de entender sua contribuição para o debate no cenário da luta a favor das mulheres brasileiras. Os contos selecionados para este trabalho e as análises propostas cercam-nos de contextos possíveis a nos encaminhar para uma discussão à procura da compreensão sobre o cenário brasileiro de permanência da violência contra a mulher mesmo após muita luta e conquistas legais por seus direitos, o que garantiu avanços, mas não colocou fim ao problema.

