Entre grades e saberes: o sistema prisional, o poder e educação como resistência no Distrito Federal
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Resumo
Este trabalho apresenta uma análise crítica do sistema prisional do Distrito Federal, entendendo-o como um espaço de controle, exclusão e também de possibilidade de resistência. Partindo das teorias de Michel Foucault sobre o poder disciplinar, da necropolítica de Achille Mbembe e das reflexões de Byung-Chul Han sobre o poder contemporâneo, o estudo é aprofundado a partir do conceito de território desenvolvido por Marcelo Lopes de Souza, que compreende o território como produto de relações sociais e campo de conflitos. Nesse sentido, a prisão é abordada não apenas como local de confinamento, mas como território marcado por disputas simbólicas e materiais, no qual o Estado exerce o poder e o controle, mas onde também emergem formas de apropriação e resignificação por parte dos sujeitos privados de liberdade. A pesquisa ainda destaca a educação como ferramenta que tensiona as estruturas de dominação e permite a reconfiguração territorial dentro do cárcere. A metodologia qualitativa, com base em pesquisa bibliográfica e documental, permite articular teoria e realidade, evidenciando que a prisão é, acima de tudo, um território em disputa.

