Arquitetura hostil no Distrito Federal: uma análise da região administrativa III - Taguatinga
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Resumo
Este estudo investiga a arquitetura hostil no Distrito Federal, com foco na Região Administrativa III - Taguatinga, destacando como o desenho urbano vem sendo instrumentalizado para práticas de higienização social e controle territorial. Seu objetivo é o de compreender como práticas de urbanismo neoliberal e higienismo social se traduzem em barreiras físicas que excluem populações periféricas. Tais medidas, por sua vez, devem ser compreendidas como estratégias de origem privada concebidas para limitar e disciplinar condutas que ameaçam interesses específicos. Por meio de levantamento de campo, registro fotográfico, georreferenciado e entrevistas semiestruturadas, mapeou-se a concentração desses artefatos – bancos segmentados, grades, lanças e pinos – e suas implicações na fruição do espaço público por idosos, pessoas em situação e com mobilidade reduzida. Conclui-se que tais estratégias reforçam dinâmicas de segregação e violam o direito à cidade, denunciando a arquitetura hostil enquanto instrumento de controle social com significativos impactos negativos no usufruto de direitos sociais por populações vulneráveis.

