Educação ambiental a partir da literatura distópica de autoria feminina
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Resumo
Este trabalho pretende explorar questões ambientais e sociais presentes na literatura distópica de autoria feminina, com atenção a como duas obras (Oryx e Crake, de Margaret Atwood, e Floresta é o Nome do Mundo, de Ursula K. Le Guin) podem vir a constituir instrumento apropriado para promover a educação ambiental e provocar reflexão. Para tanto, realiza-se aqui o seguinte percurso investigativo: levantamento bibliográfico das referências pertinentes; análise da representação da relação entre o ser humano e a natureza na literatura distópica de autoria feminina; elaboração de sequência de atividades centrada em obras de Atwood e Le Guin, à luz da discussão prévia. Tudo isso, na expectativa de informar e sensibilizar estudantes do Ensino Médio relativamente às questões de cuidado e preservação do meio ambiente, tão significativas na contemporaneidade.

