Violência obstétrica: o cenário nas instituições públicas de saúde do Distrito Federal - DF
Arquivo(s)
Data da publicação
Data da defesa
Permissão de acesso
Orientador(a)
Lattes do Orientador
Diretor
Roteirista
Produtor executivo
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Título do periódico
Volume do periódico
Número da edição do periódico
Página inicial
Página final
Título do Evento
Número da edição do Evento
Nome da instituição
Editora
Local de edição
Campus
Departamento
DOI
ISBN
ISSN
ISMN
Outros identificadores
Resumo
Este trabalho retrata o tema violência obstétrica, a apropriação do corpo e processos reprodutivos das mulheres por profissional de saúde que se expressam em um trato desumanizador e abuso da medicalização e patologização dos processos naturais. Mulheres de vários lugares no mundo sofrem com esse tipo de violência em seu momento mais vulnerável. O objetivo geral deste trabalho é analisar o cenário de violência obstétrica nas instituições públicas de saúde do Distrito Federal (DF). Os objetivos específicos são definir e retratar os tipos de violência obstétrica e apresentar formas de melhorar a prática assistencial de profissionais de saúde. Trata-se de uma revisão bibliográfica, no período de 2005 a 2022, realizada em consulta às bases de dados da BVS, CAPES, Scielo e sites de instituições envolvidas direta ou indiretamente com o tema da violência obstétrica. Foram identificadas diferentes formas de violência obstétrica, como por exemplo: violências verbais, realização de procedimentos invasivos desnecessários e excesso de medicação dentre outras, sendo que a negligência teve maior ênfase. Fatores como a questão racial e socioeconômica também foram relevantes no aumento da violência obstétrica/institucional. Fatores protetores, como políticas públicas específicas, foram destaque contra a violência obstétrica no DF. Conclui-se que mudanças na formação dos profissionais de saúde precisam ser feitas e que deveriam ter um maior incentivo a pesquisas relacionadas com essa temática, cumprimento por parte dos gestores de todas as políticas públicas relacionadas aos direitos das mulheres, melhorias na estrutura física das instituições de saúde e recursos humanos adequado com a demanda de atendimentos. Por fim, ressalta-se a relevância do tema no curso de Pós-graduação em Gestão Pública, tendo em vista o papel importantíssimo dos gestores nos serviços de saúde.

