Gastronomia como ferramenta de restauração: o caso do Mercado Novo
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Resumo
O Mercado Novo de Belo Horizonte passou por muitas transformações, especialmente com a implantação da nova ala gastronômica após 2018. A partir desse contexto, busca-se aprofundar a compreensão da gastronomia enquanto ferramenta de restauração de espaços, traçando, portanto, os principais questionamentos que envolvem a reocupação do mercado. Os objetivos incluem analisar a influência da nova ala gastronômica nos perfis do público que frequenta o local, nos tipos de alimentos servidos e nos preços praticados, além do nível de ocupação do mercado e da função da gastronomia na reestruturação do local. Ademais, pretende-se examinar o papel do Mercado Novo como centro cultural e gastronômico na economia criativa de Belo Horizonte e explorar a gastronomia como um recurso eficaz para a regeneração urbana, destacando práticas que promovam o resgate cultural. A metodologia prevista foi mista, combinando métodos qualitativos e quantitativos. O componente quantitativo envolveu a coleta de dados e mensuração de fenômenos, especialmente por meio de entrevistas realizadas por estudos anteriores e matérias jornalísticas. Adicionalmente, foi empregada a análise do discurso para examinar as narrativas existentes acerca do Mercado Novo. Os resultados registram as implicações da gastronomia enquanto ferramenta de transformação e resgate social de espaços subutilizados.

