O uso das metodologias ativas nos cursos de formação permanente de profissionais técnicos em enfermagem do Hospital Regional de Planaltina - DF
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Resumo
A Educação Permanente em Saúde (EPS) é uma aprendizagem contínua no trabalho, que pode transformar a realidade local com novos conhecimentos. A EPS integra a formação crítica e autônoma dos profissionais de saúde, incluindo enfermeiros, técnicos e auxiliares. As metodologias ativas, como a Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP) e a simulação realística, são defendidas como eficientes para a formação inicial e continuada, embora sejam pouco exploradas em nível técnico. O presente trabalho foi desenvolvido no âmbito da linha de pesquisa de Práticas Educativas em Educação Profissional e Tecnológica e Macroprojeto 1 - Propostas metodológicas e recursos didáticos em espaços formais e não formais de ensino na EPT, do Mestrado Profissional em Educação Profissional e Tecnológica - ProfEPT. Este estudo buscou entender como essas metodologias podem contribuir para a formação contínua de técnicos em enfermagem no Hospital Regional de Planaltina (HRPL). A pesquisa incluiu revisão bibliográfica e escuta de formadores e profissionais para desenvolver um guia de metodologias ativas, aplicadas especificamente na oficina de emergências obstétricas para técnicos em enfermagem no HRPL. Os resultados alcançados confirmam a falta de preparação educacional do profissional enfermeiro para o trabalho de educação permanente em saúde. A formação básica de Bacharel em Enfermagem não nos instrumentaliza para a prática docente, muito embora processos educativos ocorram a todo instante, inclusive no trato com paciente e comunidade assistida. A implementação do curso de Emergências Obstétricas era uma necessidade de educação permanente do local onde foi realizada a pesquisa, neste caso, as principais metodologias utilizadas foram estudadas, aplicadas e validadas, e seu uso foi demonstrado no guia. Os resultados indicaram a eficiência da formação e a possibilidade de aplicação da prática realizada para uma maior autonomia e empoderamento dos profissionais de saúde, impactando positivamente a qualidade dos serviços oferecidos à população.

